quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Apaixonar-se


Sou o tipo de pessoa que se apaixona, muito e fácil - na verdade, eu costumava ser assim. 
É estranho começar um texto com esse tipo de declaração, mas pra que mentir se aqui é o meu espaço de ser sincera, com as pessoas e comigo?
Tudo começou com uma paixão avassaladora, um amor exagerado, uma relação desgastante e um fim desorientador. Pensei que nunca, NUNCA mesmo, chegaria perto de sentir qualquer sentimento, por mais bobo e instantâneo que fosse, por outro. Até respirar novos ares, conhecer outras pessoas e, enfim, ter outras paixões.
Aprendi a controlar meus sentimentos, confesso que o controle apareceu regido pelo medo, mas o medo se tornou meu equilíbrio. Aprendi a sonhar menos e encarar mais a realidade, apesar dos sonhos serem mais interessantes. Aprendi que posso me relacionar, me apaixonar, mas sempre com um pé atrás (e por que não os dois?!). Principalmente aprendi que apesar do meu medo ser meu equilíbrio, meu escudo, eu não devo o ter e arriscar.
Hoje me encontro perdida nos meus pensamentos e nas minhas dúvidas. Parei pra pensar várias vezes e me peguei pensando em parar por aqui enquanto não fica sério, enquanto não me machuco. E então, prestando atenção nos meus pensamentos, percebi meu egoísmo pelo simples medo de arriscar, assim como já havia feito por várias vezes e nunca ter me entregado às minhas paixões. 
Apesar dos meus medos, dessa vez decidi não largar o barco no meio do caminho, quero apreciar a viajem, a paisagem e principalmente a sensação de estar apaixonada sem culpa, sem nenhum problema. Apenas eu, ele e até onde for o caminho. 

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Outros predicados

Era um momento de felicidade explosiva, porém não era uma felicidade completa, faltava alguma coisa.
As lágrimas escorriam pelo rosto e o coração estava apertado. Saudade não era, tristeza também não. Parecia não existir solução para tantas dúvidas, então a menina fechou os olhos, dormiu e por algumas horas esteve tranquila e, pode-se dizer que, feliz. 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Desde então


Sem ideias ou sequer algum sentimento sucinto.
O que era amor não é  mais, agora é só mais um sentimento bonito que se foi
e a dor também passou.
O sábio tempo é bom, faça chuva ou sol, sempre trará um abrigo,
em algum lugar um novo sorriso
e então, restam apenas lembranças e mais nada.

domingo, 30 de setembro de 2012

Simples e descomplicado

Meus predicados não estão mais tão complicados. Pensar mais de uma vez antes de fazer algo pode ser o certo a se fazer, mas resolvi não pensar, parar de agir com a razão em algumas situações e agir com o coração, agir de acordo com as minhas vontades.
Se for parar pra pensar, fazer apenas o que tem vontade, sem fingir, sem exigir muito dos meus pensamentos é a coisa mais sensata. Fazer o simples, descomplicar.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Essa noite: um pouco de felicidade

Há algumas postagens, venho falando de amor, saudade e essas coisas todas. Hoje é simples, é apenas felicidade. Estou muito feliz e tenho estado há um mês, mas nos últimos dias essa felicidade vem tomando conta de mim. É grande, me transborda assim como o amor que sinto.
Para alguns pode parecer bobagem ou rotulado como quiserem, mas pra mim é um sentimento que não me cabe. Posso ter sentido algo parecido, porém não chega a ser como antes, é maior, é mais forte, tão forte e grande que dói e fico muito feliz de dizer que sinto isso, de poder compartilhar essa felicidade.
Por hoje é só felicidade e espero poder compartilhá-la sempre. Boa noite!

domingo, 19 de agosto de 2012

Ah, o amor!

Amor é um sentimento engraçado. Como uma coisa que faz doer pode ser boa? Mas é. Apesar de doer, traz felicidade, faz sorrir pra parede, cantarolar o tempo inteiro.
A melhor parte desse sentimento é sonhar acordado, flutuar de tanta alegria.
Sentir o coração apertado e saber que é por um bom motivo. Ficar suspirando.
E fazia algum tempo que eu não suspirava, não sonhava, flutuava, cantarolava e sorria pra parede.
O amor faz coisas.
Ah, o amor!
É maravilhoso encontrar alguém que tenha uma panela com tampa, uma laranja inteira e todas essas metáforas de metade completas. Encontrar alguém que me transborde de felicidade. Saber que não sou só eu que aceita a condição de ter só pra mim. Saber que é sentido da mesma forma, que é correspondido.





quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Distância

Ultimamente vejo esse espaço não só como um blog, mas um diário. Aqui eu consigo dizer o que eu talvez não conseguiria na frente das pessoas e isso é bom.Hoje, não falarei de tristeza, liberdade, felicidade, falarei de distância e talvez de forma nostálgica.Distância é uma palavra com muitas definições no dicionário, usarei apenas algumas que se relacionam com o tipo de distância a qual me refiro: Relação, estado ou fato de ser ou estar distante ou remoto no espaço; Extensão retilínea do espaço entre pessoas ou objetos; Afastamento. Esse tipo de distância é aquele que faz sentir saudade.
A pergunta é: por que existe distância? Infelizmente não é relativo, é longe de verdade.
Racionalmente, eu não posso jogar tudo pro alto e cometer algumas loucuras, mas meu lado irracional sente vontade. Há um cabo-de-guerra dentro de mim e eu sinceramente ainda não sei quem vai vencer. Enquanto ninguém vence a luta, eu continuo com meus pensamentos mais complicados que nunca e tentando viver normalmente. Para esperar, a distância me deu saudades e lembranças de presente e agora vou viver com isso.