sexta-feira, 29 de junho de 2012

A vontade do momento

Tantas diferenças poderiam talvez se completar, mas não é assim que acontece, as diferenças são mais fortes. Porém, no meio disso tudo, existe um medo que me assombra e não é mais o medo de me machucar, é o medo de machucar as pessoas. 
Eu sei que não posso viver de medo, não posso viver pensando que vou machucar as pessoas. 
Preciso me sentir livre, preciso da minha liberdade, preciso do meu espaço e preciso de uma aventura. É engraçado me ver dizendo isso, eu sei, mas é a verdade, é tudo que eu quero e preciso nesse momento. 
Ainda é muito cedo, mesmo que para alguns uma semana tenha sido tempo suficiente. Eu ainda tenho muita coisa pra ver, descobrir e fazer sozinha. Ainda não estou pronta.
"Ainda não estou pronta" é uma frase interessante e que vem me acompanhando há alguns meses, há algumas tentativas de ser normal e ter um relacionamento. O certo mesmo é que eu estou pronta, mas ainda sem vontade. Talvez eu tenha passado por essa vontade, mas ninguém teve força suficiente pra me segurar e mais uma vez isso está acontecendo. Não culpo ninguém por não tentar ou não conseguir, me culpo, essa culpa é só minha.
Tem uma música dos Tribalistas, bem conhecida, que sempre vem à minha cabeça quando penso nessas coisas, um trecho específico que define o meu sentimento deste momento: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo me quer bem (...) Não tenho um juiz, se você quer a vida em jogo, eu quero é ser feliz".
O que eu tenho a fazer, é pedir desculpas apenas. Meu egoísmo está gritando, meu narcisismo pedindo, minha liberdade chamando.




domingo, 17 de junho de 2012

Era uma vez... felizes para sempre.

A menina acreditava em contos de fadas, acreditava que tudo era colorido, cheio de felicidade. Ela não acreditava em sentimentos ruins, não conseguia sentir raiva, guardar mágoa. acreditava no amor, acreditava que o mundo era bom. Ingênua. Acreditava tanto no amor e ao mesmo tempo tinha medo dele, tinha medo de se machucar, mas resolveu abrir mão do medo. Aprendeu a gostar, descobriu como era o amor e sofreu, mas ela ainda acredita que possa existir o felizes para sempre. Ingênua? Não, sonhadora e com os pés no chão.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

(in)certo

Dizem por aí que o tempo dá respostas, que é remédio. Ele não dá respostas, nos deixa com mais dúvidas. Que remédio é esse que faz sentir saudade? Não deveria. Tinha que curar todo e qualquer sentimento que faça pensar demais. 
Pensar, pensar. Incerteza, incerteza.
Dúvidas frequentes. 
Ninguém obtém as respostas que necessita a todo e qualquer instante.
Inspire-se em suas incertezas. 
Porque certeza mesmo, só temos de três coisas: Nascemos, vivemos (buscando respostas pra tudo) e morremos.